Dragoes

                      

              

         OS DRAGÕES



1. 0 - A Vinda dos dragões à Terra

Os dragões são espíritos que migraram de outros planetas para a Terra, cumprindo com os desígnios do Plano Maior.

Eles são citados na Bíblia, no capítulo 12 do Apocalipse, versículos 3 e 4:

“E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra”.

O termo “dragão” não poderia ser mais conveniente, pois simboliza o domínio que estas criaturas têm dos quatro elementos da natureza: a serpente pode rastejar ao andar (terra), voar (ar), cuspir fogo (fogo) e mergulhar nas águas (água).

Os dragões chegaram à Terra por volta de 6.000 anos a.C. em suas naves espaciais.

Pai Benedito de Aruanda explica que a visão humana ainda é muito restrita e que não abarca a realidade comum a seres de outros mundos, entre os quais estão as viagens interplanetárias.

Ele nos  explica que os dragões fazem parte de uma raça altamente desenvolvida em termos intelectuais e morais.

Porém, aqueles que chegaram à Terra no passado, guiados pelos planos Divinos, ainda eram seres desajustados.

Eles traziam trancafiados em seus corações o orgulho e o egoísmo, o que os tornava espíritos caídos moralmente.

Eles deixaram seu mundo anterior em busca de novas conquistas, uma vez que naquela civilização que já havia atingido um nível de evolução intelectual e moral bastante elevado,  de maneira que eles não mais se ajustavam aquela comunidade.

Encontraram aqui no planeta, espíritos primitivos habitando corpos igualmente primitivos, mas em processo de desenvolvimento.

Para os dragões, esta eram as condições ideais para que na cegueira do orgulho, acreditassem puder criar um mundo submisso às suas vontades.

Enquanto que na medicina atual recorre-se a transplantes para as pessoas continuarem tendo alguma qualidade de vida, os Dragões eram capazes de melhorar o corpo humano para atingir os objetivos que tinham em mente.

Devido a alguns fatores, os dragões sabiam que estavam presos à Terra e que também estariam sujeitos às Leis Divinas, como a da reencarnação, mecanismo evolutivo que conheciam muito bem.

Então realizaram suas experiências para criar um corpo maior, mais forte, com maior capacidade cerebral para expressar a intelectualidade que possuíam.

Dessa forma teriam vantagens sobre os outros espíritos que estariam reencarnando também.

Algumas dessas experiências, porém,  resultaram na criação de aberrações, como corpos gigantes.

Mas em outras, acabaram colaborando com a evolução do corpo humano, graças a algumas correções feitas pelos engenheiros siderais do Astral Maior, que resultaram no corpo humano que se conhece hoje.

A mente humana, no seu atual amadurecimento intelectual e moral, está pronta para receber inúmeras informações ocultadas até então, para que possa compreender e discernir com base e na luz do bom senso.

Contudo, precisamos tomar cuidado para não ofuscarmos todas essas importantes verdades com a cegueira do orgulho, pois existem informações que são distorcidas e manipuladas para que acabem sendo motivo de sarcasmo por parte de muitos incautos.

Saibamos, portanto, respeitar os diversos "pontos de vista" que obviamente irão surgir, dando a cada um o direito de pensar livremente.

Estamos dando um salto da versão Darwinista, que sugere o desenvolvimento lento da espécie humana via princípio da sobrevivência, para uma outra que considera as muitas migrações de espíritos em várias épocas da humanidade, as quais têm contribuído para o seu desenvolvimento tanto físico e espiritual, quanto intelectual e moral.

"Mas é imprescindível que compreendamos que Deus, na sua Sabedoria Divina e Providencial, não abandona as suas criaturas, mas aproveitando-se do caminho de nossas escolhas, sempre nos ajuda a encontrá-lo, por mais distantes que possamos estar".

2. 0 - CAPELINOS

O período entre 4.000 a.C até o ano zero, que é quando Jesus Cristo nasce, foi extraordinário, marcado por grandes mudanças relatadas no Velho Testamento.

Essa época foi especialmente marcada por uma sociedade conturbada, na qual imperava a lei do mais forte, regada a paixões, vícios e más tendências.

Mas também foi marcada pela vinda de espíritos missionários, profetas e grandes guerreiros.

Foi nesse período, 4.000 anos a.C., que chegaram os espíritos exilados de Capela para encarnar seguindo uma determinação Divina.

A transmigração destes seres que habitavam o planeta na órbita de Capela, na constelação de Cocheiro, é tratada em detalhes por Edgard Armond no livro “Exilados da Capela”.

Muito tempo depois veio o dilúvio.

Nessa época, graças às manipulações genéticas feitas pelos dragões, as criaturas conseguiam viver por longos períodos, como cerca de 600 anos ou mais, como é o caso de Noé que, segundo relatos bíblicos, teria vivido mais de 900 anos.

Noé, porém, apenas tinha o corpo físico alterado genéticamente pelos dragões, mas seu espírito não era parte deste grupo de seres que vieram do espaço.

Nota: Para saber mais sobre os Capelinos, recomendamos visitar esse link: 
"Os Exilados de Capela, a Extinção do seu Planeta e a Raça Adâmica"

3.0 - Espíritos Especiais - Os Guerreiros - Ogum de Lei

Por volta do ano 1.060 a.C., com o perigo do domínio por parte dos dragões, a Terra recebe uma nova onda migratória, desta vez composta por espíritos missionários, que encarnaram em corpos especiais e vieram com o objetivo específico de combater os dragões no plano físico.

Esses espíritos, 300 homens comandados por Jabesão, são Guerreiros da Fraternidade de Aruanda que foram designados por Sanat Kumara para reencarnarem na Terra e assim pudessem cumprir com suas Missões.

Esses Guerreiros integraram o exército do Rei Davi e cunharam o símbolo da Fraternidade de Aruanda em seus escudos.

Na história da humanidade, os primeiros a utilizarem o símbolo do hexagrama foram os sacerdotes do Mosteiro de Astlan, o templo mais famoso do continente submerso de Atlântida, o mais conhecido e respeitado do país, construído sob a inspiração de Antúlio, o missionário sacrificado, que encarnava as aspirações religiosas do povo mais evoluído e diretamente ligado aos emigrantes caprinos.

Antúlio hoje é dirigente das "Escolas de Sabedoria", uma das escolas de iniciação ao conhecimento da Fraternidade de Aruanda. *

(Nota do médium)* "A história de Astlan, pode ser encontrada no livro "Cortina do Tempo" - autor Edgard Armond"

Eles são citados em dois livros da Bíblia, no Antigo Testamento, em Crônicas 11:10-47 e 2 Samuel 23:8-11.

Foram ainda citados em número de 30, 37 e 3 principais, a saber: Jabesão, Eleasar e  Samá.

Mas outros integrantes desse grupo também se destacaram, como foi o caso de Sansão, Hércules e Ulisses, espíritos que iniciaram na época o que hoje conhecemos nos trabalhos de Umbanda por falangeiros de:


"Caboclos de Ogum", "Caboclos de Guarda da Porteira" ou "Ogum de Lei".

Estão divididos em sete linhas vibratórias, como demonstrado na figura abaixo.




Mas esses espíritos não são guardiões apenas dos Templos de Umbanda.

São Guardiões também de vários Templos existentes em todo o mundo. 

Vale lembrar que Golias era filisteu e também um desses espíritos com força extraordinária.

Ele que deveria compor o Exército de Davi.

Porém, se deixou levar pelo orgulho e, em vez de cumprir com sua missão, decidiu ficar do lado oposto.

Infelizmente nós podemos sucumbir em nossas provas.

Deus nos dá a oportunidade de seguir pelo melhor caminho.

Porém, dentro do livre-arbítrio, podemos seguir por um outro, criando todos os infortúnios futuros dos erros de nossas escolhas.

Nessa época, Davi ainda era um jovem de apenas 16 anos de idade e Golias, que tinha ainda quatro irmãos tão grandes quanto ele, estava ao lado dos filisteus, povo temido na época.

Os filisteus tinham interesse em dominar as terras de Israel.Ambos os exércitos permaneceram um certo tempo um diante do outro sem iniciar qualquer ação.

Foi então que os filisteus chamaram seu maior guerreiro, literalmente, Golias.

Este desafiou os israelitas para que enviassem um homem para enfrentá-lo.

Se este soldado o vencesse, os filisteus seriam feitos escravos pelos israelitas.

Caso contrário, os israelitas se entregariam aos filisteus.

Davi acabava de chegar ao local enviado por seu pai apenas para ver como estavam seus irmãos.

Porém, ao presenciar a cena do desafiante Golias, o jovem se sentiu ultrajado e decidiu combatê-lo.

Então Davi pegou cinco pedras lisas, uma para cada gigante (Golias e seus quatro irmãos), pois sabia que, depois do primeiro derrubado, os outros viriam em sua direção.

Muitos achavam que Davi morreria, tamanho o temor que os gigantes causavam.

Quando Davi acertou uma pedra na testa de Golias e o derrubou, pegou a espada do gigante e decepou sua cabeça.

Como Davi havia previsto,os quatro irmãos de Golias vieram em sua direção e os derrubou também, cada um com uma pedra.

3.1 - As Escolas Iniciáticas de Magia Divina

Muitas são as Escolas iniciáticas de Magia no plano espiritual, nos mais variados graus de ascensão na formação dos Guerreiros da Luz, tarefa essa que consiste em árduo preparatório dos Exércitos Celestiais.

Nós vamos nos reportar, a união de três dessas escolas para atender as necessidades da humanidade no período em que as Trevas estarão formando densas camadas energéticas de magia negra por sobre a terra.

Infelizmente na terra, os povos pouco a pouco foram perdendo o sentido da Magia Divina, ou seja, os vínculos mais sagrados entre a criatura e o criador, foram sendo recolhidos interiormente em cada um.

O Mestre Sanat Kumara (Pai Benedito de Aruanda), juntamente com o Mestre Seiman Hamiser Yê, (Ogum Sete Espadas da Lei), deveriam consolidar na terra uma Escola para iniciar novos Magos da Magia Divina, formando os novos Guerreiros da Luz e trazendo novamente ao mundo esses recursos perdidos.

Na figura da direita temos o símbolo de união dessas escolas como segue:

- Escola Iniciática Ogum-Beira-Mar, representada pelo Caboclo Cascavel. *Cor Dourada

- Escola iniciática Ogum-Megê, representada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas. *Cor Vermelha

- Escola iniciática Ogum-Sete-Ondas, representada pelo Caboclo Arranca Toco. *Cor Azul

Abaixo segue o trecho da página "Histórico" deste blog (6.1 - AS TRÊS ESCOLAS DE INICIAÇÃO AOS MISTÉRIOS DA MAGIA DIVINA)

O médium Luis Carlos Okabayashi, durante o sono, foi levado em desdobramento espiritual pelo espírito de Sanat Kumara (Pai Benedito de Aruanda). Transportado para um local de indescritível beleza natural, onde observou muitos seres que jamais acreditou realmente existirem. Mas que lhe transmitiram uma paz, como jamais havia sentido. A sensação era como eu estivesse deslumbrando o paraíso dizia o médium. Pai Benedito lhe orienta, que a partir daquele momento, todas as noites o traria para aquele local, à fim de estudar e se preparar junto a outros irmãos que estavam assumindo tarefas semelhantes, no Japão, no Brasil, Alemanha e outros locais do globo. Apresentou também várias entidades envoltas por luzes de várias tonalidades. Das que se identificaram com nomes naquela época e nessa ordem, foram: Cacique Pena branca, Caboclo Curugussu, Caboclo das Sete Encruzilhadas e Caboclo Arranca Toco. Outros espíritos igualmente estavam presentes naquele momento de apresentações, porém não se identificaram. No entanto Pai Benedito de Aruanda dizia que no tempo certo elas retornariam para me orientar. Adentrando aquele local, fomos de encontro com um novo grupo de pessoas que estavam reunidas em um auditório. Embora não as reconhecesse, senti-me num clima vibratório de grande simpatia e harmonia com todos. Finda a reunião, fui apresentado a um companheiro que me saudou com um sorriso inesquecível, dizendo: "Aqui somos ainda todos encarnados como você e estamos nos preparando para revelar ao mundo com maior clareza os fundamentos da Umbanda Sagrada". Naquele momento, embora meu coração estivesse vibrando grande alegria que faziam lágrimas escorrer pelo rosto, minha razão entrava em grande conflito angustiante. Pois carregava no meu íntimo o preconceito e incompreensão sobre o que eu pensava conhecer de Umbanda. É nesse momento que Pai Benedito me leva ao seu peito em um abraço dizendo:

 "Meu filho, o teu coração pressente verdades que a sua mente ainda não compreende, afaste-se de todo o orgulho, buscando a compreensão da tua tarefa com humildade, simplicidade e paciência. Estarei ao seu lado te guiando nessa tarefa com o Cristo em favor de seus irmãos.Este grupo que lhe parece tão familiar, são irmãos teus pertencentes a três (3) Escolas de Iniciação aos Mistérios da Magia Divina. Que unem-se para cumprir os propósitos de socorro na terra. Formam-se aqui, os Guerreiros da Luz a serviço da Lei Maior em nome do Pai. A Escola de Ogum Beira-Mar, que prepara para sua missão no Brasil o filho Rubens, a Escola de Ogum-Megê que prepara na Alemanha a filha "X" (Pai Benedito não autorizou publicar o seu nome) e agora você que pertence a Escola de Ogum Sete-Ondas, mas não se preocupe, tudo virá a seu tempo. 

 4.0 - EXUS - "Os Guardiões"
No capítulo anterior (3.0) vimos a chegada na Terra dos Guerreiros de Aruanda (Ogum de Lei - Guerreiros), que se deu cerca de 1.060a.C.

Nesse ínterim, em que os guerreiros combatiam na superfície do planeta, migra de Vênus a terceira parte do exército que no total, formava 144 mil Exus para aprisionar os dragões nas subcamadas da Terra que seriam por eles construídas por Eles.

A primeira parte migrou por volta de 1.550a.C.,trazendo vários conhecimentos de teologia, filosofia, medicina e magia.

É preciso explicar que antes da vinda dos Exus, ao orbe terrestre, o planeta era dividido em apenas dois ambientes, aquele que era considerado como Céu e outro que seria o Inferno.

O Céu ou Paraiso eram áreas no astral onde os espíritos permaneciam por longos  anos em estado de sono provocado, até que pudessem ser despertados em novas regiões do plano físico.

Isso se dava por meio da reencarnação que, segundo o grau de merecimento e condições de cada um, determinava a área ou continente e a civilização que coabitariam.

Nessa época não se falava em reencarnação e a ideia que vigorava era de que o ser, após a morte, permaneceria ali até o julgamento final.

E é justamente por isso que alguns textos bíblicos do Antigo Testamento e ou afirmações de várias linhas de pensamento foram assim assimiladas e transmitidas na época.

Antes da Vinda do Cristo, pensava-se que quem morria ficava no "sheol"(mansão dos mortos) à espera da Vinda do Senhor, quando se dariam então a ressurreição e o juízo final.

Porém esse cenário foi mudando pouco a pouco, e o marco inicial dessa mudança é a vinda dos Senhores Exus.

Quando os Exus chegaram à Terra a convite de Sanat Kumara, criaram toda estrutura do plano extrafísico.




Eles compuseram as chamadas sete camadas superiores dimensionais, que estão acima da superfície terrestre, como é o caso, por exemplo, dos Umbrais ou a quinta camada superior, onde se localiza a famosa colônia espiritual Nosso Lar, e também as sete camadas inferiores, isto é, situadas abaixo da superfície.

Cada camada abriga espíritos conforme a sua condição e entre uma e outra há um portal comandado por um Exu guardião desse portal dimensional ou "trono".

Na quinta camada abaixo, estabeleceram um reinado, ou seja, um verdadeiro complexo para que a sociedade de exu emigrante, pudessem cumprir com sua missão no planeta.

Os Exus formam uma sociedade Patriarcal (toda a sociedade é uma grande família), onde o chefe maior é Pai Exu, que é quem governa com soberania.



Além de algumas camadas funcionarem como prisões, outras regiões tiveram o mesmo fim, como é o caso da Lua, que passou a abrigar prisioneiros em uma dimensão paralela, isto é, que não estão fisicamente no satélite natural da Terra, e do Sol, que apesar de ser um local habitado por espíritos superiores, devido à sua segurança também possui uma prisão de segurança máxima, completamente inacessível a outros espíritos.

Os Exus aprisionaram os dragões na sexta camada inferior, sabendo que está e a sétima camadas estão sob a responsabilidade do Sr. Exu Lúcifer.

É importante ressaltar, que Exu Lúcifer não se manifesta por meio de médiuns.

Devido à sua condição espiritiual, isso seria, no nosso entender, completamente impossível em condições normais.

Quando ocorre o contrário, como se tem visto, atribuímos ao animismo ou a sérios equívocos cometidos por médiuns.

Também temos que considerar os melindres das trevas, que usam nossas fraquezas para gerar confusões, discórdias e desunião, de forma que assim permaneçamos na cegueira habitual.

Portanto, é bom ressaltar que Lúcifer não é um diabo ou um tipo de demônio, mas um ser da mais alta patente e muito além da compreensão humana, que segue os desígnios de Deus, guardando o portal destas duas esferas, a sesta e a sétima, que abrigam espíritos ou seres bastante perigosos para a criatura humana, como se verá a seguir.

5.0 - 666 - "A Marca da Besta"

A menção a estas criaturas perigosas remete a um dado que é motivo de muitas interpretações.

O capítulo 13 do Apocalipse termina com os versículos 16 a 18 da seguinte forma:

 “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas/Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome/Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”.

O número 666, conhecido como a marca da besta, na verdade é um símbolo, uma forma para descrever alguns dados importantes.

O primeiro 6 representa os 6 milênios ou o período em que os dragões agiram até serem detidos.

O segundo 6 é a sexta camada na qual os Dragões foram aprisionados, a qual está fisicamente a 6 mil quilômetros abaixo da superfície terrestre.

E o terceiro 6 representa os 6 mil espíritos banidos pelos Exus.

Os dragões contam com essa representação entre os encarnados, 6.000 espíritos, os quais trabalham como soldados fieis aos interesses de seus amos.

E para piorar as coisas, as entidades satânicas, situadas na sétima camada, passaram a se interessar pelos dragões, criando assim o que podemos chamar de pacto ou união de esforços para atingir os espíritos viventes na superfície e astral do orbe da Terra.

Os espíritos ligados aos dragões estão presentes em todas as áreas que lhes garantam algum tipo de poder ou influência sobre as demais criaturas.

Na área religiosa, por exemplo, atuam através de cultos estapafúrdios, com ritos sem fundamentos, com regras extravagantes, e que geram em seus fiéis apenas o fanatismo e a ignorância.

Na área política os dragões controlam chefes de estado, representantes de nações responsáveis por decisões que afetam a vida de milhões de encarnados.

Na vida cotidiana basta olhar o noticiário para notar que a influência dos dragões já se faz presente, com a característica inversão de valores.

O que até então era considerado certo, passa a ser errado.

Ainda na vida cotidiana, no que diz respeito à sexualidade, os dragões influenciaram na prática da pedofilia.

Há que se acrescentar neste grupo ainda a ação das máfias, cujo combate se torna difícil por parte das polícias.

E na história há diversos fatos importantes que ocorreram graças à influência maléfica destas criaturas, como é o caso das Cruzadas, as abomináveis experiências com humanos realizadas durante a Segunda Grande Guerra ou os crimes de genocídio.

Os dragões ainda estão presentes na área de entretenimento.

Um exemplo são os games violentos que, como já alertaram os Senhores Exus Guardiões, ensinam as crianças como matar.

E isso pode ter consequências obviamente trágicas.

Quando os Exus vieram para a Terra, eles convocaram vários espíritos para compor um sistema de defesa, hoje melhor compreendido nos TRABALHOS DE UMBANDA E QUIMBANDA.

Esses espíritos humanos, que através de suas experiências e reunindo as condições necessárias, foram preparados nas escolas no REINO DE EXÚ, para se tornarem trabalhadores nessa tarefa, esss espíritos foram chamados de EXUNIZADOS, pois absorveram em si muitas das caracteristicas dos Exus.




Os espíritos, conhecidos como Caboclos, Caboclos Guardião de Porteira, ou Ogum de Lei como vimos no capítulo anterior(3.0), são Guerreiros de Aruanda, que igualmente e semelhante aos Comandantes Exus, foram pouco a pouco inserindo espíritos que reuniam condições para integrarem os seus exércitos também.

Muitos desses espíritos foram comandantes de exércitos, líderes, samurais etc.

6.0 - OS ARQUÉTIPOS - "Baianos e Boiadeiros"

 Além dos Caboclos, vieram também espíritos chamados na Umbanda de Baianos e Boiadeiros.

Os Boiadeiros são como policiais na rua (efetivo ostensivo), executam as tarefas a eles designadas pelas autoridades do Astral Maior.

Já os Baianos formam a polícia na delegacia, atuam em sua jurisdição e aplicam a Lei da Justiça Maior com plena autoridade que lhes foi outorgada.

E os Exus trancafiaram os dragões na sexta camada vibracional.

Na sétima e última camada, como já foi citado, estão os espíritos desajustados, infernais, satânicos, os verdadeiros anjos caídos.

Deve ficar claro que os dragões não são vistos como inimigos de Deus, embora tenham tido atitudes errôneas e que lhes custaram a liberdade, mas nada que fugisse ao Plano Maior.

Já as entidades da sétima camada são inimigos de Deus, pois além de violarem a lei Divina, são contra Deus e lutam contra o progresso e contra as forças que representam o Plano Maior da Justiça Divina.

Vale lembrar que tanto a sexta quanto a sétima camadas são invioláveis.

O inferno não é um lugar quente, onde predomina o fogo, mas composto por uma comunidade de espíritos que busca o poder e o prazer a todo custo.

Quanto aos dragões, devido à natureza de seu pensamento e sentimento desequilibrados, tiveram seus corpos perispirituais alterados para um estado primitivo dessa raça, atingindo a condição de reptilianos, isto é, em forma de répteis.




Isaías 14:29 

"Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da raiz da cobra sairá um basilisco, e o seu fruto será uma serpente ardente, voadora."

7.0 - Comérciode Escravos e Ovóides

Um dado curioso, de natureza muito triste, é que apesar de cada camada vibracional ser vigiada pelos Exus guardiões, existe uma espécie de canal aberto entre todas as esferas, desde a sétima inferior até a sétima superior, no qual são comercializados ovóides.

Os ovóides são criaturas humanas que chegaram ao último estágio de deformação do corpo perispiritual após longos períodos de perturbação, de negação, de revolta perante a vida, perante Deus.

São núcleos condensados de grande quantidade de energia, pois acumulam em sí as centelhas da criação da vida em potencial, são seres vivos, que semelhante a uma poderosissíma usina nuclear não ativada, permanecem naturalmente estáveis, porém seu núcleo pode ser desestabilizado, tornando-se incríveis geradores de energia.

Entre as entidades perversas eles servem como moeda de troca, já que são também fonte de energia para fins escusos.

Por serem objeto de comércio, os ovóides deixam de receber o amor de Deus para sentirem o sopro infernal, onde podem ser dispertos como criaturas infernais.

É como se os seres infernais tivessem deletado dos ovóides tudo o que neles havia de esperança, de luz, para manchar-lhes com o mal, o erro, a perversidade.

Porém, toda e qualquer criatura que caia em uma das quatro primeiras camadas dominadas pelas trevas, devido a algum crime cometido contra a vida, estes podem se tornar escravos dos senhores da escuridão.

Como escravos, deverão servir às entidades maléficas em seus desejos.

E mesmo que tentem escapar deste destino triste, correm o risco de se tornarem ovóides, que também serão de grande utilidade aos planos das sombras.

E aqui fica um alerta: 

O número de almas que cai no erro e chega a atingir a forma ovóide é grande, sendo que muitas delas são negociadas contra suas vontades no canal paralelo, onde vigora esse mercado abominável.

Se as pessoas soubessem que suas vidas podem ser negociadas nesse mercado paralelo, pensariam melhor antes de cometerem certos atos e ou fazer os chamados pactos com as trevas.

Mas antes que se questione a existência de tal mercado, é preciso lembrar que o mesmo só é permitido com base no livre arbítrio das criaturas humanas, que descidiram por si mesmas seguir por esse caminho.

Fonte: Pai Benedito de Aruanda, Bíblia Sagrada.


As informações existentes neste blog são de origem mediúnica. Elas têm sido transmitidas pelo espírito de Pai Benedito de Aruanda, que é o mentor do trabalho de Umbanda do Templo Espírita Cristão no Japão e diretor da Fraternidade Aruanda, uma das quatro que cuidam dos rumos da humanidade na Terra. A maravilhosa história deste espírito amigo pode ser conhecida neste link:

Pai Benedito de Aruanda (Sanat Kumara) - biografia

Pai Benedito transmite as informações ao médium Luis Carlos Okabayashi, dirigente do Templo Espírita Cristão, o qual escreve os textos junto com o jornalista Antônio Carlos Bordin, também membro do Templo. Vale ressaltar que Pai Benedito não dita todas as informações, mas aquilo que é essencial, deixando, obviamente, o trabalho de pesquisa, análise e discernimento aos envolvidos na tarefa de divulgar tais conhecimentos. Por isso, pedimos sinceras desculpas se alguma informação contida nestes textos vai contra aquelas difundidas ao longo dos anos pela ciência, pelas denominações religiosas, grupos filosóficos e esotéricos ou qualquer outra fonte que também busque a verdade. Não queremos com este trabalho, em hipótese alguma, contestar o conhecimento defendido pelas mais diferentes linhas de pensamento. Nosso objetivo, muito pelo contrário, visa difundir os fundamentos da religião que praticamos e a qual buscamos sincretizar no Japão, que é a Umbanda. Nessa tarefa, o processo do sincretismo tem envolvido não apenas a religião Xintoísta, original do Japão como fonte de informação, mas também o Budismo, o Catolicismo, além de conhecimentos difundidos pelo Hinduísmo, por meio dos Vedas, informações bíblicas.....
Pai Benedito nos ensinou que diante de um novo conhecimento, a tendência da criatura humana é o ceticismo, o que é perfeitamente natural. Mas nos alertou que existem dois tipos de céticos. Um deles não aceita os novos conhecimentos de início, até que se sinta convencido e encontre os fundamentos para isso. Outro tipo de cético é aquele que rejeita a novidade sem ao menos se dar ao trabalho de analisar as informações. É do livre arbítrio de cada um escolher que tipo de cético será diante das revelações feitas por Pai Benedito. Desejamos a todos uma boa leitura.

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